PATRIMÔNIO HISTÓRICO E TURISMO

Quando viajei a Londres com meus dois filhos Jader Filho e Helder, coloquei um em cada ombro meu para que eles pudessem ver melhor a tradicional troca da Guarda Real no Palácio de Buckingham. Lembrei-me disso agora, na transmissão ao vivo pela televisão, do casamento do príncipe Harry com a atriz Meghan. A rainha e os príncipes não governam, mas apresentam para o mundo uma imagem glamurosa de tradição. Muita gente ainda se pergunta por que a Inglaterra, um país tão evoluído, avançado, mantém a monarquia? Ora, por causa da divulgação histórica e cultural do país e também porque é um diferencial que atrai anualmente milhões de turistas. É só fazer as contas.

A União Europeia recebeu em 2016, 582 milhões de turistas e a China, 138 milhões. O Brasil, já com números de 2017, atraiu somente 6,5 milhões de turistas estrangeiros e desses 115.232 chegaram ao Pará. O turismo é uma atividade que impacta 52 setores da economia, gera empregos e renda, além de movimentar cadeias produtivas de bens e serviços. Pelos números temos muito espaço para desenvolver e crescer. O patrimônio histórico e cultural é a demonstração de um determinado estágio alcançado pela sociedade, onde ela está inserida e garante a identidade. Essa identidade cultural é o que diferencia uma cidade da outra e influi na decisão do visitante querer conhecer aquela determinada localidade.

O desabamento do Palacete Augusto Correa, em Bragança, de estilo neoclássico, inaugurado em 1903 e que abrigou a sede do Executivo municipal até 2009, me deixou muito triste. O patrimônio histórico, símbolo da riqueza cultural bragantina foi vencida pelo descaso. Fiz a minha parte, lutei e consegui, por emenda parlamentar, empenhar na Caixa Econômica Federal um milhão de reais para a revitalização do prédio. O dinheiro foi autorizado no final do ano passado, mas não foi liberado porque a Prefeitura não conseguiu aprovar o projeto de engenharia para a recuperação. O esforço agora é para que o dinheiro não seja perdido e seja aproveitado em obra de reconstrução. Vamos lutar por isso.

Esse desabamento é um alerta contra o descaso com o nosso patrimônio. Vejo o Mercado São Brás, Memorial da Cabanagem, o Palacete Faciola, a Cidade Velha, o abandono da bucólica Ilha do Mosqueiro, do IEP, Instituto de Educação do Pará e de tantos outros representantes de nossa história, da nossa identidade, largados à própria sorte. Como governador pude recuperar o Mercado Ver-o-Peso, e o Mercado de Peixe que estava quase no chão. Tem duas placas por lá, no Mercado de Peixe: uma de quem o construiu, Antônio Lemos, e a minha. O nosso símbolo turístico estava ameaçado e foi recuperado. O Palácio Lauro Sodré estava com as estruturas ameaçadas e também poderia ruir, mas me empenhei em restaurá-lo e o transformei no Museu do Estado. Fiz obras no Teatro da Paz e a restauração da belíssima matriz Madre de Deus, em Vigia.

O episódio do Palácio Augusto Correa nos chama a atenção. Não é uma questão da Prefeitura de Bragança, não é uma questão de algumas pessoas e sim de todos nós. É a nossa identidade.

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GOVERNO FEDERAL CONSTRÓI CASAS PARA 300 FAMÍLIAS A PEDIDO DE JADER

O Programa Minha Casa Minha Vida Rural está transformando a vida de milhares de famílias em todas as regiões do Brasil. Quem antes vivia em casas de taipa, quase sem proteção contra a chuva hoje mora com muito mais conforto em casa própria, com piso em cerâmica, cozinha azulejada, água encanada e energia elétrica. Essa é a proposta do programa, voltado aos agricultores e familiares, trabalhadores rurais ou de comunidades tradicionais como quilombolas, extrativistas, pescadores artesanais, ribeirinhos e indígenas.

No Pará, mais de 20 mil famílias da área rural que se enquadravam na condição de sem moradia ou habitando moradia precária já foram atendidas pelo programa. O atendimento a essas famílias, que se inscrevem por meio de associações, permite tanto a construção de novas casas quanto a reforma de unidades já existentes.

Na semana passada o senador Jader Barbalho (MDB-PA) comemorou a notícia de que 329 novas famílias estão sendo beneficiadas com residências novinhas em folha graças à sua intervenção junto ao Ministério das Cidades.

Já foram contratadas as obras de construção de novas residências nas seguintes localidades: em Dom Eliseu serão 34 unidades habitacionais na Vila Ligação e outras 33 na Vila Bela Vista; em Rondon do Pará serão construídas 64 casas na Vila da Paz e 37 na Vila de Fátima. Já em Castanhal foram selecionadas 43 famílias de localidades rurais na Vila Santa Terezinha. Em São Francisco do Pará são 30 em Vila Jambuaçu. Na comunidade de Vila Ubussu, em Marapanim estão sendo beneficiadas 42 famílias e em São João de Pirabas serão 46 as unidades habitacionais a serem construídas na Vila Japerica.

Apesar de comemorar a importante vitória para essas 329 famílias de agricultores rurais – que juntas representam quase 1.700 pessoas – Jader Barbalho lamentou o fato de outras 121 famílias que haviam feito a inscrição e cujos dados foram encaminhados pelo senador ao Ministério das Cidades e posteriormente aprovados para receberem o benefício da casa própria não puderam ser localizadas pelas associações locais que representam os agricultores rurais.

“Lamentavelmente o prazo que ofereceram para que todas as 500 famílias que indiquei fossem localizadas e assinassem o termo de contratação para obter o benefício foi muito curto. Acredito que este é um tema que teremos que tratar junto ao Ministério (das Cidades) nas próximas indicações que forem feitas. Este é um dos programas de grande importância para a população do Pará tendo em vista a vocação do nosso Estado”, ressaltou.

PÚBLICO

Jader lembrou que o Minha Casa Minha Vida Rural tem como público alvo agricultores familiares, assentados da reforma agrária, trabalhadores rurais, pescadores artesanais, silvicultores, aquicultores, maricultores, piscicultores, extrativistas, comunidades quilombolas e povos indígenas.

“O Minha Casa Minha Vida Rural vai aonde nenhum outro programa habitacional chegou. Muitas vezes, é preciso abrir estrada ou atravessar rios para levar o material de construção até seu destino. Mas esse esforço vale a pena. Se não fosse o programa, a maioria dos beneficiados das áreas rurais não teria como construir ou reformar sua moradia”, destaca Jader.

PARA TER ACESSO AO PROGRAMA FEDERAL

A construção das casas do programa obedece a especificidades culturais e de clima. Há diferenças nas habitações para comunidades indígenas e quilombolas, por exemplo. Para acessar os recursos, as famílias devem procurar a prefeitura ou uma entidade organizadora (associação, cooperativa ou outra modalidade de organização). Essa entidade é a responsável pela elaboração dos projetos e a intermediação entre as famílias e as instituições financiadoras, como a Caixa Econômica Federal.

As famílias beneficiadas recebem ainda capacitação técnica e orientação sobre gestão da propriedade rural, cooperativismo, participação da mulher na gestão da propriedade e ações que visem a permanência do jovem no campo.

IMÓVEIS

O Programa tem a finalidade de subsidiar famílias para produção ou reforma de imóveis residenciais localizados em áreas rurais. Podem participar os agricultores familiares, trabalhadores rurais e comunidades tradicionais (quilombolas, extrativistas, pescadores artesanais, ribeirinhos e indígenas) com renda familiar bruta anual até R$ 78.000,00, comprovada por meio da Declaração de Aptidão ao Pronaf (DAP).

O MCMV Rural prevê a participação de entes públicos e entidades privadas sem fins lucrativos habilitadas, que atuam como entidades organizadoras, responsáveis pela mobilização das famílias e apresentação dos projetos para análise e aprovação junto ao Banco do Brasil e Caixa.

RENDAS

Beneficiários com renda familiar bruta anual até R$ 17.000,00 são atendidos com valor máximo de subsídio de R$ 36.600,00. Quem contrata crédito nessa faixa vai pagar 4% do valor contratado, em até 4 parcelas anuais.

Já aqueles que recebem anualmente entre R$ 17.000,00 e R$ 33.000,00 brutos, são atendidos com financiamento FGTS e subsídios de até R$ 9.500,00 ou 50% do valor financiado (o que for menor). Há também um subsídio da taxa de risco de R$ 4.500,00.

Já os beneficiários com renda familiar bruta anual entre R$ 33.000,00 e R$ 78.000,00 são atendidos com financiamento FGTS, subsidiada sua taxa de risco de R$ 4.500,00. b

BENEFICIADOS

Comunidades/municípios que foram contratadas e beneficiadas com unidades habitacionaisatravés do PNHR

Dom Eliseu
Vila Ligação: 34 unidades
Vila Bela Vista: 33 unidades

Rondon do Pará
Vila da Paz: 64 ( em dois contratos 30+34) unidades
Vila de Fátima: 37 unidades

Castanhal
Vila Santa Terezinha: 43 unidades

São Francisco do Pará
Vila Jambuaçu: 30 unidades

Marapanim
Vila Ubussu: 42 unidades

São João de Pirabas
Vila Japerica: 46 unidades.

Do total de 450 unidades que saíram na publicação do Ministério das Cidades, à pedido do Senador Jader, foram contratadas ao todo 329 unidades, tendo em vista que 121 famílias haviam se mudado e não foram localizadas.
(Luiza Mello/Diário do Pará)

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PRODUTOS CANCERÍGENOS: PROJETO DE JADER TEM PARECER FAVORÁVEL

O projeto de lei de autoria do senador Jader Barbalho (MDB-PA), que propõe o uso obrigatório de alerta em embalagens de produtos alimentícios sobre a existência de elementos cancerígenos em suas fórmulas, recebeu parecer favorável da senadora Marta Suplicy (MDB-SP), relatora da proposta na Comissão de Assuntos Sociais do Senado Federal. O voto favorável dado por ela será levado para apreciação da Comissão em caráter terminativo, ou seja, se aprovado, irá direto para votação no Plenário.

O projeto apresentado pelo senador Jader Barbalho determina que fabricantes de alimentos que tenham elemento cancerígeno em suas fórmulas acrescentem, obrigatoriamente em suas embalagens, rótulos e materiais de divulgação de seus produtos, alertas advertindo sobre a presença dessas substâncias.

O projeto apresentado por Jader propõe que sejam feitas alterações no Código de Defesa do Consumidor (Lei nº 8.078) e estabelece que os rótulos e as embalagens de produtos colocados no mercado passem a exibir, de maneira ostensiva e adequada, essa advertência sobre a presença de substâncias cancerígenas ou potencialmente cancerígenas que constam da Lista Nacional de Agentes Cancerígenos para Humanos.

“As informações de alerta que deverão constar nos rótulos e embalagens servirão para evidenciar os perigos do consumo excessivo dos produtos cancerígenos ou potencialmente cancerígenos que façam parte da composição dos produtos”, argumentou o senador.

SEM INFORMAÇÃO

Jader Barbalho explicou que, atualmente os produtos vendidos no Brasil são obrigados a ter no rótulo, em ordem decrescente de quantidade, os ingredientes que o compõem. Mas não há nenhum alerta sobre o ingrediente ser potencialmente cancerígeno.

A ciência médica reconhece, há muitos anos, que o consumo de substâncias cancerígenas, seja em alimentos, seja em bebidas, seja em remédios, faz parte do dia a dia da população e tem forte influência na incidência das neoplasias. A Organização Mundial da Saúde (OMS) classificou, por exemplo, a linguiça, o bacon, o presunto e outras carnes processadas como produtos que contêm substâncias causadoras de câncer.

Segundo a OMS, cerca de 30 a 50% das mortes por câncer poderiam ser evitadas. A perspectiva de aumento da incidência da doença na população indica a urgência de se investir na promoção de saúde, com foco na modificação dos padrões de exposição aos fatores de risco.

“Nesse sentido, a disponibilização de informação adequada para a população sobre esses fatores de risco para câncer torna-se indispensável e é justamente esse o objetivo da proposição apresentada pelo senador Jader Barbalho, que considero de fundamental importância” ressaltou Marta Suplicy. Para a senadora, a proposta do senador Jader Barbalho aperfeiçoa a proteção dada ao consumidor, ao contribuir para a divulgação de informação útil e necessária para induzir práticas mais saudáveis.
(Luiza Mello/Diário do Pará)

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