PÁSCOA

Vivencio mais essa Semana Santa lendo livros que falam da vida, da obra e do exemplo de Jesus, considerado o filho de Deus, que morreu e ressuscitou para mostrar que tudo é possível e que a humanidade pode mudar seu caminho sempre e a partir da renovação.

Embora eu já tenha lido muito, não me considero especialista no assunto. Mas sei que é impossível o homem mudar seu destino se não se libertar da intolerância religiosa, pois as religiões têm o papel de servir como bússola para o comportamento e para que todos saibam das limitações do ser humano. Tudo o que nasce deve morrer. Em todas as outras religiões, pelo que acompanho ao longo da vida, há sempre Deus, há sempre grandes exemplos a serem seguidos. Devemos viver a vida da melhor maneira, com amor e respeito um pelo outro.

Toda a vida de Jesus, nas linhas expressas no Novo Testamento, é dedicada ao amor ao próximo. Os dez mandamentos, apesar da beleza e do significado de cada um, podem ser resumidos em dois: amar a Deus sobre todas as coisas (porque Deus é tudo) e amar ao próximo como a ti mesmo, porque significa que só podemos amar alguém, se amarmos a nós mesmos.

Enquanto o homem não conviver de forma pacífica, respeitosa e amorosa, estará condenado à guerra, disputas inúteis e sentimentos negativos como a inveja e a cobiça.

Fico perplexo ante a história das religiões que registram guerras em nome de Deus. Não só a história dos séculos passados, mas a história moderna, contemporânea e atual. Todos os dias assistimos a brigas, guerras, matanças, inclusive de bebês, com o nome de Deus envolvido de forma muito triste. A Irlanda do Norte é um caso clássico de discórdia entre católicos e protestantes, de intolerância e, até hoje, apesar de acordo assinado entre os dois grupos, em 1998, no qual o poder foi compartilhado, a desavença ainda perdura. Joana D’Arc, padroeira da França, também foi vítima daqueles que, em nome de Deus, matam e torturam aqueles que pensam diferente.

José Saramago, o grande escritor português, escreveu o Evangelho Segundo Jesus Cristo. É um livro que exige maturidade para ser lido, porque mostra diversos questionamentos sobre a vida de Jesus. Saramago, na sua incrível ficção, inventa um evangelho, não o de Lucas ou o de Marcos; nem o de Mateus ou o de João, mas o de Jesus Cristo, e traz muita reflexão sobre o tema. É triste lembrar o sacrifício de Jesus e lembrar que sua pregação continua não sendo ouvida.

Devemos nos esforçar muito para seguir os exemplos de Jesus e viver a Páscoa todos os dias. A ressurreição é justamente a renovação diária da qual precisamos em favor de uma humanidade melhor e de uma sociedade mais justa.

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Vídeo: Recebi, em meu escritório em Belém, comitiva do município de Irituia

Recebi, em meu gabinete em Belém, comitiva do município de Irituia, constifuída pelo secretário de saúde, Bruno Alencar; chefe da atenção básica, Suelen Lopes e a assessora Maira Leite.

Todos me relataram graves problemas na saúde pública do município e iniciativas serão tomadas com o apoio do meu gabinete no Senado para agilizar ações emergenciais.

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