HEMOPA

Vi em diversos meios de comunicação que a Fundação Centro de Hemoterapia e Hematologia do Estado do Pará (Hemopa) está convocando doadores voluntários, especialmente os que fazem parte dos grupos sanguíneos O Negativo, A Negativo e AB Negativo, com a finalidade de recompor o estoque sanguíneo e atender a demanda de transfusões da rede hospitalar pública e privada. No mês de julho, em razão das férias escolares e das viagens de muitos doadores, o número de coletas de sangue cai acentuadamente e já houve uma redução de 30% nesses primeiros dias, em todo o Estado.

A estrutura da Hemopa foi construída no meu segundo governo. No final dos anos 1980, o Brasil vivia o início da epidemia da Aids, àquela época ainda sem cura e sem tratamento adequado e aqui o sangue de várias pessoas era coletado numa vasilha, num recipiente. Se algum doador estivesse contaminado com a Aids, hepatite ou com doenças transmissíveis pelo sangue, contaminava outras pessoas que, na maioria das vezes, só descobriam a contaminação meses depois. Era imprescindível ter controle e segurança em todas as etapas necessárias para os estudos científicos, recolhimento e distribuição do sangue e seus derivados.

A Hemopa, quando foi inaugurada, tinha todas as condições de atendimento e modernidade e recebeu visitas de profissionais e especialistas do país, sendo considerado um centro de referência para a América do Sul. A partir daí houve um controle rígido e regular dos estoques de sangue e uma política ampla de captação de doadores de sangue altruístas e espontâneos.

Além da Hemopa, consegui desenvolver um programa de obras importantes na área da saúde como a reforma da Santa Casa de Misericórdia, a construção do Hospital das Clínicas, hospitais e unidades de saúde em todas as regiões do Pará, um amplo apoio de assistência social, distribuição de remédios e campanhas de vacinação para prevenir doenças. Quando ministro da Previdência, pude alocar verbas para a construção do Hospital Universitário Betina Ferro e Souza e ao iniciar o segundo governo, aloquei verbas para equipar o hospital e colocá-lo em funcionamento para o aprendizado dos alunos e atendimento à população.

A convocação da Hemopa é importante e necessária. A rede hospitalar precisa contar com esses estoques, de acordo com a demanda estabelecida no dia a dia. Doar é um ato de amor e solidariedade, que ajuda as pessoas e salva vidas.

Leia Mais

AGRONEGÓCIO

Um pedido do agronegócio paraense será atendido pelo presidente Michel Temer por intervenção do senador Jader Barbalho e do ministro Helder Barbalho.
A MP 733, que renegocia as dívidas da agricultura até dezembro de 2011, será assinada na semana que vem contemplando também os produtores do norte do país. O texto original da MP reservava os benefícios apenas aos agricultores nordestinos.
O ministro foi demandado pelo presidente da FAEPA, Carlos Xavier, e teve a ajuda do senador na mudança do texto.

(Repórter Diário/Diário do Pará)

Leia Mais

Maior programa de energia elétrica


Até 1984, somente Belém e Barcarena recebiam energia hidrelétrica de Tucuruí. No resto do Estado, a energia era a diesel e só durante a noite. Alguns municípios tinham energia 24h, mas a um custo enorme. Com Jader, a energia da hidrelétrica finalmente passou a ser um direito dos paraenses. Energia para o bem-estar da população e o desenvolvimento econômico. Através da Celpa, foi feito o maior programa de distribuição de energia do Pará. Primeiro a energia chegou a toda a região Nordeste, depois seguiu pela Belém-Brasília, pelo Vale do Acará, pela antiga PA-70 (atual BR-222), saindo de Dom Elizeu até Marabá. De lá, percorreu a PA-150 até Redenção e Conceição do Araguaia, na divisa do Estado. Em Santarém, foi duplicada a hidrelétrica de Curuá-uma. Outro projeto de grande repercussão foi o Luz Legal, com uma tarifa social que beneficiou milhares de famílias carentes.

Leia Mais

PA-150, a maior rodovia do Estado


Jader fez a maior rodovia de integração estadual, a PA-150, que sai de Moju e vai até Santana do Araguaia, com um total de 1.200 quilômetros, metade da Belém-Brasília. Ela foi realinhada, reconstruída e finalmente pavimentada. Alguns trechos, como 300 km entre Marabá e Xinguara, foram totalmente abertos. O sul pôde caminhar em direção a Belém, integrando a região mais rica do Pará ao restante do Estado.

Leia Mais

Integração na região Oeste

Jader fez a PA-254, que corre paralela ao rio Amazonas e aos municípios da Calha Norte, com duas grandes pontes aproximando a margem esquerda da margem direita. Fez a rodovia Translago, que liga Santarém a Juruti. Viabilizou a estrada até Santana do Tapará, reduzindo o tempo de viagem de 8 para 3 horas. Pavimentou a estrada de Alter do Chão e levou energia para o distrito, abrindo as portas ao turismo.

Leia Mais